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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O 1° Prá,çarau.








No último dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, nasceu mais um espaço cultural na região.
O 1° Prá,çarau, foi realizado na rua Domingos Peixoto da Silva, ao lado da Superbom, tudo foi programado para ser realizado na praça, mas por se tratar de um local a céu aberto, este é o diferencial, o fator chuva nos surpreendeu, mas após o imprevisto, tudo voltou a normalidade.
Menos a praça em si, que normalmente aos domingos e feriados se encontra vazia e sem graça, se tornou um local alegre e movimentado. Enquanto as crianças, corriam na praça e aproveitavam os brinquedos, os pais acompanhavam atentamente as apresentações dos músicos, poetas e admiravam as obras de arte espalhadas por todo entorno do evento.
O Prá,çarau teve sua atividades iniciadas, por um de seus fundadores Luciano Vida, que abriu a sessão contando o que é e como funcionará o espaço.
Woodyh de Oliveira, o músico e compositor das massas, idealizador do projeto,  apresentador e anfitrão.
Fernando Ferrari, fundador e linha de frente do Sarau Vila Fundão, foi um dos principais, incentivadores e nos auxiliou na apresentação, deste que será um dos maiores saraus da região.
Rogério Gonzaga, outro idealizador do projeto, foi o responsável pelas fotos, juntamente com Cataryne Carvalho e fizeram os registros que serão imortalizados, como sendo o marco zero de um ponto cultural.
Contamos com as presenças do Binho, o fundador e mantenedor do mais famoso Sarau da região do Campo Limpo, nos presenteou com um de seus contos.
Poesia, não faltou!
Além dos poetas, a banda Poesia Samba Soul deu uma palhinha cantando alguns de seus sucessos,  tendo a ilustre participação do Smith  (ex-Facção e Detentos) e a  presença constantes de um dos seus maiores compositores, Woodyh de Oliveira.  Este também, fez uma apresentação ao lado de Celso Bernucio, guitarrista nato, músico de ponta, que até nos presenteou com um show de gaita!
Os meninos da Banda O Musgo, representou a quebrada, juntamente com o multi astro Gamão e fizeram o som soar e ecoar pelas ruas da Cohab.  Obrigado Gamão, Rafael e a todos da banda.
Fomos surpreendidos mais uma vez, aos se apresentarem nos free-styles, as meninas Lua Rodrigues e Miscível Mistura, com seus improvissos e visuais atraentes, nos deram uma tarde agradável de boa música.
Claudinho, da banda Preto Soul estava presente, assim como o Clodoaldo, Jocasta e JR, da banda de reggae Som d'Zion, curtindo uma tarde na praça e reencontrando amigos.
O evento serviu também, para o lançamento dos CDs, Mulheres Periféricas Cantam e Funk Conscientiza, a meninada do funk (Bonde dos Predinhos e Saka Funk), consquistou á todos, com suas letras que fogem totalmente e felizmente, da mesmice que ouvimos na rua, mostrando a todos os presentes, principalmente os jovens, que se pode ouvir o mesmo funk, porém  com letras que falem da vida e que não degradam a sociedade.  Sem contar que os meninos levam jeito para a coisa e seguindo este caminho, com certeza não irão fazer coisas erradas por ai.
O Prá,çarau, não teria acontecido senão fosse a total dedicação, incentivo, apoio e principalmente luta de todos os envolvidos.
 Este novo espaço é para todos vocês!

O Projeto N'Atividade, gostaria de deixar aqui um agradecimento mais do que especial á todos os que fazem parte deste objetivo alcançado:



Banco União Sampaio
União Popular de Mulheres
Banda Poesia Samba Soul
Parque Santo Dias
Sarau Vila Fundão
Instituto Mani


E a todos os que participaram ativamente no processo e apresentação do sarau:
Um forte abraço e um muito obrigado de coração:

Thiago Vinicius, Rafael Mesquita, Claudio Miranda, Clodoaldo Cajado, Cataryne Carvalho, Ana Paula Rodrigues, Luciano Vida, Woodyh Oliveira, Hellem Fernandes, Binho, Fernando Ferrari, Claudinho( Preto Soul), Jocasta Cajado, JR ( Som D´zion), Banda O Musgo, Gamão, Lua Rodrigues, Miscível Mistura, Jair Pereira (o Prático), Domar, Felício, Pikeno e me perdoem , pois com certeza esqueci alguém.











terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CINEMA

                                              Brasilândia. Foto: Avelino Regicida.
Curadoria: Marcos Oliveira e Avelino Regicida.
A mostra reúne documentários produzidos por coletivos audiovisuais que retratam a realidade da cidade, em especial das regiões periféricas.
Dias 18, 19, 20, 21, 26 e 27/01, 19h. Espaço Sarau.
50 lugares. Distribuição de ingressos 1 hora antes da sessão. Grátis.

VIDEOLÊNCIA
(São Paulo/SP, 2009, 60 min). Dir.: NCA. Videolência é a imagem perdida em valores sugados do ser que somos, transfigurada e transformada em Imaginário! Se autopoliciando, se viciando em programas televisivos que criam uma realidade doentia, onde olhares anêmicos forçam-se para enxergar um palmo em frente ao nariz e assim entender os porquês de tanto controle, vigilância possibilitada por novos recursos tecnológicos. No farol somos mais uma imagem captada sem direito a Oscar. Dia 18, 19h.
PERIFERIAÇÃO
(São Paulo/SP, 2009, 33 min). Dir.: Marina Chen. Documentário sobre a movimentação artística, política e cultural de grupos de jovens moradores de periferias de São Paulo, na zona oeste (Favela do Sapé), zona norte (Brasilândia) e na zona sul. Por meio da música, da produção audiovisual e outras formas de expressão, os jovens anseiam por mudanças nas comunidades em que vivem ou na sociedade como um todo. Dia 19, 19h.
COLETIVIDADE – A FORÇA DO FAZER
(São Paulo/SP, 2009, 28 min). Dir.: Coletivo Expressão. O filme retrata a realidade dos jovens da Brasilândia que trabalham com inúmeras formas de produção cultural. Dia 19, 19h35.
NA PRISÃO MINHA VIDA TODA
(Inglaterra, 2008, 90 min, legendado). Dir.: William Francome. Documentário sobre o caso do jornalista Mumia Abu-Jamal que passou anos preso a espera da pena de morte, pelo assassinato de um oficial da polícia. Will Francome embarca numa viagem ao coração escuro do sistema judiciário americano. O filme traz entrevistas com Noam Chomsky, Alice Walker, Mos Def, Snoop Dogg, Angela Davis e outros. Dia 20, 19h.
O PUNK MORREU?
(Atibaia/SP, 2008, 18 min). Dir.: Marina Knup, Die.God e Darius Bizzarres. Curta-metragem que discute a questão da comercialização da estética e da música punk. Uma produção punk faça-você-mesm@! Dia 21, 19h.
UNINDO QUEBRADAS ANARCO-RAP SÃO PAULO
(São Paulo/SP, 2009, 33 min). Dir.: Avelino Regicida. Documentário que retrata as duas maiores culturas de rua que nasceram juntas e resistem há três décadas. As questões que nortearam a realização do filme foram as formas que se relacionam hoje e os motivos que ocasionaram o seu distanciamento. Dia 21, 19h20.
SE EU NÃO PUDER FALAR EU GRITO
(São Paulo/SP, 2006, 10 min). Realização coletiva sobre o bairro da Brasilândia e sua fome por direitos. Dia 26, 19h.
LINHA DE AÇÃO – CRÔNICAS URBANAS
(São Paulo/SP, 2000, 36 min). Dir.: Rica Saito e Flávio Galvão. Duas crônicas sobre o trabalho cultural na periferia de São Paulo do ponto de vista de artistas-cidadãos: Shirley da Fábricas de Gênios/Cinescadão (Casa Verde/Zona Norte); e Sérgio Vaz da Cooperifa (Zona Sul). Dia 26, 19h10.
1ª MOSTRA DO ACERVO PRÓ ÉTNICO DAS FAMÍLIAS NEGRAS DA BRASILÂNDIA
(São Paulo/SP, 2010, 66 min). Dir.: Cícero Alexandre dos Santos. O documentário produzido por jovens alunos de oficinas de audiovisual realizadas no bairro da Brasilândia apresenta algumas das 106 famílias negras da região, cadastradas por um projeto de registro da história do bairro. O filme é uma homenagem a essas pessoas que hoje se encontram com os cabelos brancos e marcas entalhadas na face, que o tempo esculpiu… Dia 27, 19h.

LOCAL
 Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – São Paulo/SP
Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641. Vila Nova Cachoeirinha. Zona Norte.
(ao lado do terminal Cachoeirinha)
Teatro de Arena
Grátis
50 lugares. Distribuição de ingressos 1 hora antes da sessão.

Telefone: (11) 3984-2466
E-mail: comunicacao.ccj@gmail.com

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

TIRIRICADA


Em epoca de eleição, eles aparecem...
Passada votação, eles aparecem...
Estão sempre presentes!
Mas não nos dão presentes!
Eles sempre aparecem pedindo.
...Votos e agora dinheiro!!
É um absurdo cobrarem um taxa, para que seja usada um praça pública,
onde será usada para comemorar o aniversário da cidade.
Estamos fazendo o que o poder público deveria fazer!
E ainda temos que pagar por isso?
Que "TIRIRICADA"!!!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PRA'ÇARAU

ADOTE UMA CRIANÇA - ARTE NA LATA

ONG ARTE NA LATA
CNPJ: 08.545.747/0001-37
http://www.artenalata.org.br/
CAIXA POSTAL 130 - CEP: 0613-970 - OSASCO - SP
 
"BATENDO NA LATA PARA NÃO APANHAR DA VIDA"
Olá amigo (a),
(os links irão te levar para a nossa idealização)
                    O Grupo Arte na Lata mais um ano fomentou a arte, cultura, cidadania e educação atendendo 300 crianças no estado de São Paulo com seus instrumentos alternativos e gostaríamos de retribuir para esses alunos em forma de gratidão neste fim de ano.
     Somos um grupo independente e necessitamos de apoio das pessoas iguais a você.Portanto segue um link personalizado para a captação de brinquedos e ajudas de quais quer formas. Contamos com você! ADOTE UMA CRIANÇA!
Conheça mais sobre o Arte na Lata:
VIDEOS: 1  -  2  -  3  -  4  -  5   -   6   -   7   -   8
ENTREVISTAS E MATÉRIAS: 1  -  2  -  3   -   4   -   5
LOJINHA VIRTUAL
NOVIDADES
ULTIMO VIDEO DO ARTE NA LATA
COMO PODE AJUDAR?
Envie um brinquedo para o Correio:
CAIXA POSTAL 130 - Cep: 06013-970 - Centro Osasco - SP
Para outras formas de contribuição acesse este link ou responda este email.
ADOTE UMA CRIANÇA!
A família Arte na Lata agradece a sua atenção em nome de todos que necessitam da sua contribuição para fazermos um mundo melhor.
BOAS FESTAS E UM FELIZ 2011.

Equipe de voluntários universitários - ARTE NA LATA
ONG ARTE NA LATA - São Paulo - Brasil
http://www.artenalata.org.br/
"BATENDO NA LATA PARA NÃO APANHAR DA VIDA"

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Descobrindo a África.

 O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP começou a disponibilizar na internet livros e documentos raros sobre a África produzidos no século 16 ao 19.
 O projeto Brasil África, que tem apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa Regular, já construiu a base de dados sobre os documentos para facilitar a pesquisa detalhada das referências e começa a digitalizar imagens.
De acordo com a Márcia Moisés Ribeiro, pesquisadora do IEB e coordenadora do projeto, o objetivo é permitir o acesso a livros e documentos raros sobre o continente africano. "O IEB possui uma das mais importantes bibliotecas de livros raros de São Paulo. A ideia foi construir um banco de dados para reunir informações sobre esses documentos e obras que, em seguida, serão digitalizados e disponibilizados", disse à *Agência FAPESP*.
Márcia atualmente desenvolve o projeto de pesquisa "Medicina e
 escravidão nas dimensões do universo colonial: a América portuguesa e o Caribe francês no século 18", que será concluído no fim do ano.O site já conta com informações detalhadas sobre cada documento selecionado. "Há dados sobre autor, obra, data e local da publicação. A base de dados traz também um breve resumo de cada documento indicado", explicou. *É possível encontrar documentos que envolvem as mais diversas áreas sobre o continente, como história, geografia, medicina, religião e temas
relacionados ao tráfico de escravos. *"São livros raros de viagem, de medicina, sobre a fauna e flora, além da história e das religiões
 africanas. Sobre a escravidão, há assuntos relacionados ao comércio e tráfico negreiro, como condições da travessia desses escravos, entre outros temas", disse Márcia.
O processo de digitalização dos documentos da base de dados foi iniciado em maio e a previsão é que até o fim deste ano todas as obras estejam disponíveis no site. A pesquisadora estima a existência de cerca de 600 documentos e livros raros sobre a África nas várias coleções do IEB. "Até agora trabalhamos apenas com os documentos da biblioteca do IEB, que tem cerca de 300 documentos que já estão no banco de dados, mas ainda não disponíveis na versão digital, que será disponibilizada em julho. A próxima etapa será a documentação do arquivo, no qual se encontram os manuscritos", destaca.
Nos manuscritos há diversas correspondências entre governantes da África e governadores das capitanias brasileiras. "É uma documentação rica, sobretudo porque muitos são documentos únicos", disse Márcia.
*Divulgar e preservar*
De acordo com a historiadora, a ideia surgiu a partir de sua própria
pesquisa. "Trabalho com história da medicina e escravidão no período colonial e, ao ter contato com o material no IEB, percebi que o instituto guardava documentos e livros importantes para historiadores", contou.
Grande parte dos temas envolvendo o continente africano, segundo ela, era estudada principalmente pela relação com a escravidão. "Mas, nas últimas décadas, outros temas relacionados à África têm despertado interesse de pesquisadores. A história do continente, por exemplo, só passou a ser obrigatória como disciplina há cerca de dez anos, nos programas das universidades. Mas ainda é restrita, quando comparada com a história da América, por exemplo", destacou.
Márcia salienta que, ao ampliar o acesso a textos e imagens raras -- com possibilidades de impressão --, será possível estimular os estudos de forma geral sobre o continente. "Além de democratizar o acesso pela internet, a digitalização é uma forma de preservar as obras raras, evitando o manuseio excessivo e desgaste", disse.
Paulo Borges!
2º Anista de História no Centro Universitário Assunção
Estagiário de Mapeamento Social pela Prefeitura de São Paulo
Voluntário na elaboração, desenvolvimento e funcionamento da Biblioteca Pública da  Escola Estadual Giu Vicente (Zona Sul).

Mais informações:  *www.ieb.usp.br/online/telaSubCateg.asp?id=23
 <http://www.ieb.usp.br/online/telaSubCateg.asp?id=23>*

(fonte: site Fapesp, 7/7/2010)