OUÇA AQUI Rádio N´Atividade

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Deus, o Diabo e a Pedra!!!

Viciados destroem "santa  do crack" e pedem clínica.

                            
                                       Usuária diz que  vai denunciar cardeal ao Vaticano.



Usuários de crack reagiram com indignação ao serem informados sobre o  apoio do  cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, à obra " Nossa Senhora do Crack",  do fotógrafo Zarella Neto. A imagem  foi erguida  na  sexta - feira 22/7 na parede de uma casa abandonada na rua Apa , Santa Cecília , e  destruída no sábado de manhã por uma legião de viciados.

A  intenção do artista era chamar atenção das autoridades para o 'campo de concentração  cracolândia'.

Germano Gerson,de 38 anos, o "Brasília", viciado em crack há cinco anos, enquanto mostrava os cacos do que  sobrou da imagem de gesso  da Virgem Maria, acusou os envolvidos no caso santa de zombar de Deus e da miséria humana. "Sou uma alma penada, como esta ao meu lado - enrolada num cobertor."

A usuária Tati ,25, uma das mais exaltadas, pretende denunciar dom Odilo  ao Vaticano por incentivo à profanação :  "Ah , o bispo apoia .. vou   na  Lan House durante a semana... faço uma carta  e envio por email ao Papa -, pode pegar a cópia do documento comigo... Se ele consagrou a  'santa do crack', ele  (dom Odilo) deve ser enquadrado ... Aqui não tem nenhum bobo  ,  tem muita gente de cultura , que quer sair dessa. O pessoal está precisando é  de clínica de tratamento e não de santa, e no  mais,  aqui tem seguidores de todas as religiões, tem até ateu... Respeito é bom! Eles esquecem que na cracolândia vem professor , advogado ,enfermeiro,jogador de futebol... em busca de crack. Eu não vendo , sou  vítima, consumidora... como muita gente importante é .

Fala pro bispo que a palavra ... o apoio dele chegou tarde de mais  , o diabo tomou conta de tudo... e o  crack chega de bandeja."

                            

              Devanir Amâncio

sábado, 16 de julho de 2011

AGENCIA SOLANO TRINDADE PARA FORTALECER A CENA!!!!

É HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!
O Movimento de trabalhadores da cultura quer tornar pública sua indignação e
recusa ao tratamento que vem sendo dado à cultura deste país, aprofundando
e reafirmando as posições defendidas desde 1999, no Movimento Arte Contra
Bárbarie. A arte é um elemento insubstituível para um país por registrar,
difundir e refletir o imaginário de seu povo. Cultura é prioridade de Estado, por
fundamentar o exercício crítico do ser humano na construção de uma
sociedade mais justa.
A produção artística vive uma situação de estrangulamento que é resultado da
mercantilização imposta à cultura e à sociedade brasileiras. O estado prioriza o
capital e os governos municipais, estaduais  e federal teimam em privatizar a
cultura, a saúde e a educação. É esse discurso que confunde uma política para
a agricultura com dinheiro para o agronegócio; educação com transferência de
recursos públicos para faculdades privadas; incentivo à cultura com Imposto de
Renda usado para o marketing, servindo a propaganda de grandes
corporações. Por meio da renúncia fiscal  – em leis como a Lei Rouanet  - os
governos transferem a administração de dinheiro público destinado à produção
cultural, para as mãos das empresas. Dinheiro público utilizado para interesses
privados. Esta política não amplia o acesso aos bens culturais e principalmente
não garante a produção continuada de projetos culturais.
Em 2011 a cultura sofreu mais um ataque: um corte de 2/3 de sua verba anual
(de 0,2% foi para 0,06% do orçamento geral da União) em um momento de
prosperidade da economia brasileira. Esta regressão implicou na suspensão de
todos os editais federais de incentivo à Cultura no país, num processo claro de
destruição das poucas conquistas da categoria. Enquanto isso, a renúncia
fiscal da Lei Rouanet, não sofreu qualquer alteração apesar de inúmeras
críticas de toda a sociedade.
Trabalhadores da Cultura,  é HORA DE PERDER A PACIÊNCIA: Exigimos
dinheiro público para arte pública!
Arte pública é aquela financiada por dinheiro público, oferecida gratuitamente,
acessível a amplas camadas da população  – arte feita para o povo. Arte
pública é aquela que oferece condições para que qualquer cidadão possa
escolhê-la como seu ofício e, escolhendo-a, possa viver dela  – arte feita pelo
povo.   Por uma arte pública tanto nós, trabalhadores da cultura, como toda a
população tem seu direito ao acesso irrestrito aos bens culturais, exigimos
programas  – e não um programa único  – estabelecidos em leis com
orçamentos próprios, que estruturem uma política cultural contínua e
independente – como é o caso do Prêmio Teatro Brasileiro, um modelo de lei
proposto pela categoria após mais de 10 anos de discussões.   Por uma arte
pública exigimos Fundos de Cultura, também estabelecidos em lei, com regras e orçamentos próprios a serem obedecidos pelos governos e executados por
meio de editais públicos, reelaborados constantemente com a participação da
sociedade e não apenas nos gabinetes. Por uma arte pública, exigimos a
imediata votação da PEC 236, que prevê a cultura como direito social, e
também imediata votação da PEC 150, que garante que 2% do orçamento da
União seja destinado à Cultura, nos padrões propostos pela ONU, para que
assim tenhamos recursos que possibilitem o tratamento merecido à cultura
brasileira.
Por uma arte pública, exigimos a imediata publicação dos editais de incentivo
cultural que foram suspensos e o descontingenciamento imediato da já
pequena verba destinada à Cultura. Por uma arte pública, exigimos o fim da
política de privatizações e sucateamentos dos equipamentos culturais, o fim
das leis de renúncia fiscal, o fim da burocratização dos espaços públicos e das
contínuas repressões e proibições que os trabalhadores da cultura têm
diariamente sofrido em sua luta pela sobrevivência. Por uma arte pública
queremos ter representatividade dentro das  comissões dos editais, ter
representatividade nas decisões e deliberações sobre a cultura, que estão nas
mãos dos interesses do mercado. Por uma arte pública, hoje nos dirigimos à
Senhora Presidente da República, aos Senhores Ministros da Fazenda e às
Senhoras Ministras do Planejamento e Casa Civil, já que o Ministério da
Cultura, devido seu baixo orçamento encontra-se moribundo e impotente.
Exigimos a criação de uma política pública e não mercantil de cultura, uma
política de Estado, que não pode se restringir às ações e oscilações dos
governos de plantão. O Movimento de Trabalhadores da Cultura chama toda a
população a se unir a nós nesta luta.


WWW.AGENCIASOLANOTRINDADE.WORDPRESS.COM

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Prá, çarau dando boas vindas ao inverno!

 Como sempre faz frio na praça do Prá,çarau, ontem foi o inicio do inverno, a estação mais fria do ano, mas para a surpresa de todos, não estava frio!
O Prá,çarau começou sendo abençoado pelas pequenas Duda, Vitória e Bia, cantando o sucesso de Régis Danesse, Entra na Minha Casa. Elas abrilhantaram o espaço, cantaram, brincaram e se divertiram.
Levaram para casa o livro, A Felicidade das Borboletas, de Patricia Engel Secco. Ainda puderam usar os brinquedos espalhados pela praça, como balanças, escorregadores e gangorras. E juntamente com Camila Costa, fizeram uma sessão de desenhos ali mesmo, nas mesinhas. O Prá,çarau de olho no futuro do nossos pequenos.
Cris Roseno recebeu das mãos de Rogério Gonzaga, o seu presente(atrasado) de aniversário, um LP do Caetano Veloso, Fina Estampa em espanhol.
Para não perder a deixa da lingua espanhola, Helena Sivestre, cantou um sucesso de Mercedes Sosa.
As poesias foram apresentadas pelos parceiros de plantão, Wladimir, nosso técnico de futebol da Cohab Adventista, recitou Alvares de Azevedo, Vinicius de Moraes, veja aqui e composições próprias.
Surpresas a parte, o jovem Vágner, Baby recitou belos poemas, escritos por ele mesmo, foi merecidamente aplaudido.  Obrigado pelo presente!
Improvissos mil, Massa o nosso artista plástico, oficineiro na União Popular de Mulheres, desta vez pegou papel e caneta e escreveu poemas, inclusive um de amor, para uma presente no Prá,çarau.
Kinho, o Arroz ( dizem que este apelido é por ser soltinho e fresquinho), fez um poema referenciandos os saraus da região como o Sarau do Binho e Sarau da Vila Fundão.
A parte musical, o ponto forte do Prá,çarau ficou por conta de Woodyh Oliveira, Hami e Smith, clássicos MPBistas, sambas, pop e também próprias. O povo cantou junto e se emocionou.
O pagode foi reperesentado pelo grupo da Cohab, a nova geração com Lipe, Allan e Baby, que tiveram até fãs que se aglomeraram em torno do grupo.
Sucesso garantido!


Foi assim o inicio de mais uma estação fria, mas no Prá,çarau o calor humano prevalece!!!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Prá,çarau

Em mais uma noite fria de inverno, no alto ponto da bela planície visual da praça, aconteceu mais um lindo e animado Prá,çarau.
Tudo começou cercado, pelo frio, mas o calor humano dos parceiros do Luta Popular, fez aquecer logo uma fogueira bem apropriada para a ocasião.
Foi uma noite em que estavamos mesmo no pique e nada nos impediu, tinhamos acabado de vir da rádio Fonte e Vida, onde o Luta Popular, participa de um programa chamado Comunidade em Ação, todas as terças-feiras entre as 17 e 19 horas, em 87,5 FM ou http://www.fonteevida.com.br/ .
A rádio tem a sua programação gospel durante as 24 horas do dia, mas neste horário especificamente debatemos junto com a comuinidade, questões de cidadania, como moradia, canalização do córrego Pirajussara e damos os informes culturais da região.
Este programa da terça-feira, dia 14 de junho, debatemos assuntos de interesse público, desde uma ocupação na zona leste, iniciativas de implantação de banheiros ecologicamente sustentáveis, hortas na laje e aquecedores externos com baixo custo de fabricação.
Entramos na quetão educação, que rendeu um belo tempo na programação.
Além da já tradicional agenda cultural.
O Prá,çarau tendo a sua caracteristica de ser um sarau mais musical que literal, como sempre com boas músicas e nossos parceiros de plantão Celso Bernucio, Woodyh Oliveira, Michael Fúria Negra e Smith, relembraram clássicos da MPB e músicas próprias.
As poesias ficaram por conta de Luciano Vida, Kátia Cássia, Cris Roseno e a ilustre presença de Jussara Carvalho, que veio prestigiar e mostrar o seu livro Demolidor de Corações, trabalho este lançado com recursos próprios.
Jussara faz parte de um projeto de escritores, na comunidade de Paraisopólis, ela veio para abrilhantar e nos presentear com seus poemas, que foram lidos não apenas por ela, mas alguns dos presentes leram seus manuscritos para o deleite dos demais.
As parceiras do Sarau Antene-se , Camila Costa e Thais Buarque, também  marcaram presença.
Sarau Antene-se na próxima semana.


terça-feira, 14 de junho de 2011

Prá,çarau

Hoje, dia 14 de junho, teremos o Prá,çarau as 20 horas.

Com a presença da Luta Popular e Jussara Carvalho, escritora de Paraisópolis, que nos apresenatará o seu livro, enquanto isto o Sarau Vila Fundão, estará sendo representado por Fernando Ferrari em Jericoacara, fortaleza e tentaremos fazer uma conexão on-line, via twitcan.....

Vai ficar muito bacana.